Este fim-de-semana, ainda antes das eleições, foi também de mudanças cá em casa.
Com a família alargada com a chegada do António, que já vai fazer seis meses, havia que criar algumas condições.
Adoptámos o co-sleeping desde que o Santiago (hoje com três anos) era recém-nascido.O que começou de uma forma algo inconsciente, pura e simplesmente, porque nos parecia mais práctico, hoje é uma escolha e para nós é o que faz sentido. A seu tempo e ao seu ritmo os nossos filhos irão encontrando a sua independência.
Isso significa que, pelo menos por enquanto, os nossos filhos podem ter um quarto de brincar, no nosso modesto apartamento de quatro assoalhadas.
Contudo, e apesar de tentarmos ser bastante criteriosos, quer na qualidade, quer na quantidade de brinquedos, que compramos aos nossos filhos, eles têm muitos. Há sempre avós, tios, primos e amigos que querem oferecer-lhes coisas e nós, como pais, também não vamos ao extremo de fazer o escrutínio desses presentes. Por outro lado, muitas vezes o mais velho encanta-se por coisas que, sendo para nós autênticas porcarias (vulgo brindes de plástico, figuras de acção e afins), para ele são inestimáveis preciosidades e nós tentamos respeitar isso.
Assim sendo, e depois de fazermos uma selecção daqueles brinquedos que, estando em bom estado, já não são muito usados cá em casa, para oferecer, ainda havia muitos mais. Urgia arranjar maneira de manter uma certa ordem e permitir ao Santiago começar a colaborar um pouco mais na arrumação do seu espaço.
Com tudo isto, e depois de muito planear on-line, lá rumámos ao IKEA, para comprar umas estantes. O quarto ficou assim:
O castelo é um dos brinquedos favoritos.
E, claro, a exemplo do que dizia há pouco, as caixas das estantes novas converteram-se num magnífico barco, rumando ao sul, qual Pippi (daí lhe vem a paixão por piratas).